Goodwood foi caótico este ano. Para MG foi um caos produtivo. Eles revelaram dois conceitos. O primeiro? Uma provocação flagrante para o supermini 2024. O segundo é o interessante.
O MG Cibernético. É elegante, elétrico e se encaixa perfeitamente no vazio cupê-SVU do segmento D. E sim, parece um pouco com a Ferrari Purosangue. Não há vergonha nisso.
Carro-chefe ou fantasia?
“Expressão emblemática da marca MG.”
É assim que MG descreve. Eles estão visando o grande mercado de SUVs. Atualmente eles possuem o plug-in híbrido S9. É adequado. O Cyber é outra coisa. Inteiramente.
Observe o perfil lateral. Táxi se senta para frente. O capuz é longo. A distância entre eixos é maior. Exige espaço. A linha da cintura sobe alto e depois cai. Visual esportivo. As rodas de cinco raios são enormes. Eles ajudam.
O rosto está baixo. Uma fina barra de luz conecta as lâmpadas. Garras. A mesma configuração lá atrás. A carroceria está cheia de cortes e fendas. Para aero? Claro. Para resfriamento? Provavelmente. Também retrovisores digitais. Magros. Os quadris traseiros saltam. Spoilers gêmeos. Acabamento inferior agressivo. Parece cruel. Bom.
Poder? O silêncio vale ouro para MG neste momento. Eles dizem “alto desempenho”. Eles sussurram “prazer de dirigir”. Isso geralmente significa motores duplos. Os fortes. Dado o posicionamento, espere uma bateria grande. Quatrocentas milhas de alcance? Plausível. Talvez mais. Precisa cobrir rodovias. E cidades.
Interior? Ainda escondido.
Não vimos por dentro. Ninguém fez isso.
Jozef Kaban. Vice-presidente de design. Ele diz que a cabana está pronta. Finalizado. Apenas… não é público.
Ele brincou que você poderia ter isso em casa um dia. Coisa estranha de se dizer, a menos que a produção já esteja bloqueada. Talvez eles estejam confiantes.
“Cyber é experimentação… o ápice da marca.”
Kaban chama isso de pico MG. Ele o liga ao roadster Cyberster. Design apaixonante. Emoção instantânea. Ele acha que o nome faz o trabalho para ele. Sugere tecnologia cibernética do futuro. Ou apenas frieza.
Perseguindo um novo público.
David Allison, da MG UK, vê o panorama geral. Ele quer sangue novo. Clientes diferentes. O Cyber X em Xangai foi um teste. As pessoas olharam? Eles se importaram?
Este Cyber é o acompanhamento. Tem como alvo rivais estabelecidos. SUVs de luxo. Caros.
“É muito mais barato do que todo mundo.”
Esse é o gancho. Aparência premium. Preço com desconto. Estratégia de concorrência brutal, se funcionar.
Mas espere. Sem data de lançamento. Sem preço.
Allison insiste que a linha atual – ZS, HS e até o S9 – precisa de uma atualização primeiro. Lifting facial. Atualizações. A marca não pode correr se os sapatos estiverem amarrados. Então se você queria um Purosangue orçamentário hoje… más notícias. Você espera.
Eles estão construindo um império. Tijolo por tijolo. Conceito por conceito. Veremos o que acontece a seguir. Talvez no próximo ano.























